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Santos quer anular contratos com o fundo de investimento Doyen

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O Santos visa anular os contratos que considera “extorsivos” feitos com o fundo de investimento Doyen . Assinados por Odílio Rodrigues, gestão anterior à de Modesto Roma, os contratos somam quase R$62 milhões e envolvem os jogadores Lucas Lima, Leandro Damião, Gabriel, Geuvânio e Daniel Guedes.

O contrato com maior valor é o que envolve a compra de Leandro Damião, feito em 2014. A Doyen investiu 12 milhões de euros (anteriormente, R$ 42 milhões à época e, na cotação atual R$ 47,8 milhões) por contrato com contrato com vigência até o fim de 2018.

O clube considerou como “empréstimo” todos  os contratos chamados de  “transferência de direitos econômicos” e, isso fere o Código Civil Brasileiro, que não autoriza cobrança superior à original. Os contratos da Doyen estipulam um valor mínimo de indenização, caso os atletas não tenham mais vínculos, e quase anula os riscos e perdas do fundo

E foi esta cláusula, a que fala sobre vinculo, que levou a Doyen á Justiça para cobrar do Santos. O fundo de investimento alega que Damião perdeu o vínculo com o clube ao fechar acordo no TST e ser emprestado ao Betis.

O Santos contesta e diz que o vínculo se mantém, já que o jogador foi emprestado ao clube espanhol e não vendido.